As novas parcerias da Chainlink no Japão e a crescente demanda por ETFs à vista reforçam o papel do projeto como uma infraestrutura essencial para a adoção institucional e global do blockchain.

Arquivos Bitwise para um ETF Spot na Chainlink
Bitwise Asset Management apresentado na Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) um pedido de registro para o lançamento de um ETF à vista na Chainlink (LINK)A iniciativa, formalizada por meio de um processo S-1, visa criar um fundo regulamentado que replique o desempenho do preço do LINK, o token nativo da rede Chainlink e 12ª criptomoeda por capitalização de mercado com 16,2 mil milhões de dólares.
O novo ETF será estruturado como um Fundo estatutário de Delaware, com seu valor patrimonial líquido (VPL) atrelado à Taxa de Referência CME CF Chainlink-Dollar (Variante de Nova York), uma referência oficial mantida pela CF Benchmarks. As ações serão criadas e resgatadas em blocos de 10.000 unidades, por meio de um sistema chamado Comércio Direcionado por Confiança, que permitirá transações em LINK e dólares americanos.
A bolsa em que a listagem ocorrerá ainda não foi definida, mas a aprovação do produto abriria portas para novos ingressos institucionais, replicando o cenário já visto com outros ETFs de criptomoedas.
Efeito ETF: LINK cresce e volumes disparam
O anúncio do depósito teve um efeito imediato no preço do LINK, nas atividades das baleias e os volumes de negociação aumentaram significativamente, alimentando uma onda de otimismo em torno do ativo. Após se recuperar do suporte de US$ 22,95, com uma Aumento de 31% no último mês, o preço do $LINK está logo acima dólares 24.
O LINK está atualmente testando um resistência crucial em US$ 25, uma quebra acima deste limite pode abrir caminho para uma nova recuperação no 20%, com alvo em dólares 30.
Analistas apontam que a chegada de um ETF pode gerar uma efeito de escassezA tokenomics da Chainlink inclui vários mecanismos de bloqueio, que reduzem o fornecimento disponível e amplificam o impacto de potenciais compras institucionais.
Grupo SBI escolhe Chainlink
Paralelamente aos desenvolvimentos nos Estados Unidos, a Chainlink está fazendo mais um movimento estratégico na Ásia. A gigante financeira japonesa Grupo SBI anunciou um parceria com a Chainlink para desenvolver soluções tokenização de ativos reais (RWA), como imóveis e títulos.
O projeto utilizará o Protocolo de Interoperabilidade entre Cadeias (CCIP) e o Chainlink SmartData para trazer dados de valor patrimonial líquido (VPL) de fundos tokenizados para a rede. O objetivo é fornecer às instituições financeiras ferramentas para reduzir os custos de transação e os tempos de liquidação, incentivando a adoção do blockchain em mercados tradicionais.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo braço digital do SBI em mais de 50 instituições financeiras, o 76% dos entrevistados declarou sua intenção de investir em títulos tokenizados, motivada pelas vantagens em termos de eficiência operacional.
Sergey Nazarov, cofundador da Chainlink, enfatizou que esta colaboração representa o resultado de anos de trabalho com o SBI, agora pronto para passar para a fase de implementação em larga escala.
A corrida global por ativos tokenizados (RWA)
A parceria com o SBI faz parte de uma tendência mais ampla, o crescente interesse nos mercados de ativos tokenizados. Além do grupo japonês, também existem gigantes como Robinhood lançaram serviços de tokenização na Europa, oferecendo aos usuários a capacidade de comprar versões tokenizadas de ações não listadas, como OpenAI e SpaceX.
Na frente de câmbio, vários operadores como Kraken, Gemini e Bybit estão explorando o espaço, enquanto a Coinbase é atualmente a única empresa que busca aprovação da SEC para introduzir títulos tokenizados para seus usuários nos EUA.
Até mesmo as realidades vindas dos mercados financeiros tradicionais, como CMC Markets, demonstraram interesse nessa nova fronteira, destacando como a tokenização está rapidamente transcendendo os limites do setor de criptomoedas para entrar no coração das finanças globais.
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